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POROROCA

Chers amis,
Nous commençons POROROCA ici à Rio et nous ouvrons les portes du Centre d’Art de Maré, un nouvel espace pour les arts dans le quartier de Maré et le siège de notre compagnie.
Nous allons aussi présenter notre répertoire – « Ce dont nous sommes faits », « Formas Breves » et « Incarnat » – entre le vendredi 12 mars et le 4 avril, tous les samedis et dimanches.
J’espère beaucoup pouvoir compter sur votre présence !
Beijos,
Lia


POROROCA
Do tupi « poro’rog » que significa ‘estrondar’, Pororoca é um fenômeno natural provocado pelo confronto das águas dos rios com as águas do mar.
Na França, é conhecido como ‘mascaret’, no Reino Unido, recebe o nome de ‘bore’, na Índia, de ‘macaréu’.
No Brasil, acontece na foz do Rio Amazonas.
Esse encontro violento que pode derrubar árvores e alterar as margens dos rios é, ao mesmo tempo, um processo frágil, resultado de um delicado balanço de fatores da natureza.
« Pororoca » é encontro de correntes contrárias. Forma ondas e altera as margens, provoca ruídos e calmaria. É arrastão, mistura, choque, invasão.

Ficha técnica

criação e direção : Lia Rodrigues
dançado e criado em estreita colaboração com: Amália Lima, Allyson Amaral, Ana Paula Kamozaki, Leonardo Nunes, Clarissa Rego , Carolina Campos, Thais Galliac , Volmir Cordeiro, Priscilla Maia, Calixto Neto, Lidia Laranjeira
com a participação de: Gabriele Nascimento, Jeane de Lima e Luana Bezerra
dramaturgia : Silvia Soter (em parceria com o Théâtre Jean Vilar de Vitry-sur–Seine/França)
luz: Nicolas Boudier
figurino: João Saldanha e Marcelo Braga
assistente de coreografia para a criação: Jamil Cardoso
projeto gráfico: Mônica Soffiatti
fotos: Sammi Landweer
assessoria de imprensa: Claudia Oliveira
produção: Diana Nassif e Claudia Oliveira
Secretaria: Gloria Laureano

Produção e difusão internacional: Thérèse Barbanel – Les Artscéniques – Assistente: Colette de Turville
Co-produção : Théâtre Jean Vilar de Vitry-sur-Seine/França, Théâtre de la Ville/ França, Festival d’Automne de Paris/França, Centre National de danse contemporaine d’Angers/França e Kunstenfestivaldesarts/ Bruxelas-Bélgica.

Essa criação faz parte do projeto de compagnonnage (acompanhamento) com o Théâtre Jean-Vilar de Vitry-sur-Seine, com o apoio do Conseil Régional d’Ile-de-France, com o título de permanência artística.

Apoio: ONDA/França e Espaço SESC –Rio de Janeiro (local de ensaio).

A Lia Rodrigues Companhia de Danças recebe financiamento da Petrobras, através da Lei Rouanet – Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, dinheiro público, originário de renúncia fiscal, dentro do programa Petrobras Cultural 2007 de “Manutenção – por 2 anos – de Grupos e Companhias de
Teatro e Dança”.
A Fundação Prince Claus/Holanda é parceira da Companhia no projeto“Nova Holanda /Novos Horizontes” de aulas para a comunidade desenvolvido no Centro de Artes da Maré.
Uma parceria com a REDES de Desenvolvimento da Maré


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